Muito melhor do que a Bossa Nova “”made in Brazil” é a Termoterapia feita em Portugal.
Sim, são mesmo caroços de cereja. São exactamente 1500 caroços que enchem uma almofada feita em tecido de algodão, pela marca Ricoxete. Um produto portugûes feito à mão, 100% natural, biológico, biodegradável e hipoalergénico. Mais…esta almofada aquece no micro-ondas durante três minutos e sustitui o típico saco de água quente ( para quem tem os pés frios…obvio). Recomendado para termoterapia, é ideal para alívio de dores musculares e para relaxar. Pode saber mais em: www.ricoxete.com
PS: Para quem gosta de se babar..o cheiro depois é muito agradável…
Na gloriosa travessia da península, o meu intestino decidiu rebelar-se e exigir atenção imediata. À falta de caixas de areia, decidi-me a utilizar um dos fabulosos vasos de porcelana que se encontram em cubículos nas estações de serviço. A tarefa revelou-se algo complexa porque, tendo em atenção a sua natureza, tornou-se necessário forrar de papel o dito vaso. Sim, tendo em atenção a Natureza, porque ao contrário do que pensa a maioria dos homens, as meninas raramente se sentam nas casas de banho públicas. E não vou explicar como fazemos, quem sabe, sabe, quem não sabe mais vale desistir de compreender as mulheres.
Depois de forrado o vaso, preparo-me para dar atenção ao dito intestino quando as luzes se apagam. Ora não tendo entrado ninguém com um bolo de anos, nem tendo ninguém batido à porta, e sendo eu uma moça inteligente, deduzo rapidamente que a referida luz possuía um temporizador que a desligava ao fim do tempo médio de um xixi, tempo esse que se tinha esgotado.
Tratei então de descobrir onde estava a “coisinha” dos infravermelhos (ó-lá-u-que-é) que ligava a luz. Primeiro tratei de agitar os braços no ar, ainda sentada e completamente às escuras. Se acham esta acção parva, imaginem que têm uma tatuagem nova que não deve ser coberta por roupa e portanto vestem um fato de banho de peça única, que se encontra, no momento, enrolado juntamente com as calças, nos vossos tornozelos. Sim, estão a imaginar bem, eu despida até aos tornozelos, sentada na sanita e a agitar os braços no ar num cubículo escuro.
Claro que esta acção não teve qualquer efeito. Pensei em que mais poderia fazer e decidi que abrir a porta poderia accionar a luz. Nessa altura tentei lembrar-me se o cubículo dava para outro com lavatório ou directamente para a loja da estação de serviço. Não me consegui lembrar. Lá abri a porta, muito a medo, e constatei com alívio que dava para um cubículo com lavatório. A luz não acendeu, mas descobri um interruptor na parede ao meu lado. Fechei rapidamente a porta e tentei encontrar o interruptor. Não funcionava.
No meio destas experiências todas, o meu intestino acabou o que tinha a fazer, sem se importar com a ausência de luz. Eu lá me convenci que também não ia ver a luz e tratei de limpar a região o melhor possível, rezando para que ficasse tudo minimamente limpo e vesti-me.
Passei então ao cubículo do lavatório e, assim que abri a torneira da água, a luz da casa-de-banho ligou-se.
Agora pergunto eu, para que será a luz accionada a partir do cubículo adjacente? Tenho cá para mim que ou os donos da estação de serviço querem despachar as pessoas ao fim do tempo médio de um xixi ou estão mesmo à espera que elas saiam sem calças para ligar a luz.
A todas as/os “Lilis Caneças” que se passeiam por aí. O outro lado da parvoíce! Aquele com que gostaria de nunca me identificar…
Aqui vai o poema (leia-se entoando suavemente a melodia de “Garota de Ipanema”):
Olha que coisa mais parva
Mais cheia de traça
É ela a tia
Que vem e que passa
Num tosco balanço
Quando entra no ar.
Velha do corpo repuxado
Do peeling como lema
O seu palavreado
É mais que um esquema
É a coisa mais parva
Que eu já vi passar
Ah! porque isto é ridiculo
Ah! porque tudo é tão triste
Ah! esta coisa que existe
A opinião que não é só minha
Que também passa pela vizinha
Ah! Se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteiro
Se enche de traça
E que mais um lifting
Não vale a pena, por favor!
Ainda ontem me chamaram “santa”, e para provar que o sou, garanto que da próxima vez que me disserem “Estás toda suja” quando eu tenho uma nódoa mínima na blusa (era pêssego, não inventem), respondo com um elogio, em nome do civismo, e das boas relações humanas, “E tu estás toda parva. Mas isso não dá para lavar”.
Tenho uns óculos iguais aos da Elora e uma tatuagem igual à que o Null Merlin fez para a Elora. Tenho uma impressao no fundo das costas. Estará a crescer-me finalmente a cauda?
Em tempos idos, uma mulher resolveu comemorar o aniversário do casamento de uma forma original, tudo para agradar o seu marido, e reacender a chama do amor que andava fraquinha nos últimos anos.
Sabendo que ele sonhava recorrentemente com Brigitte Bardot, uma sex symbol na época, a mulher decidiu aceder a uma fantasia que o marido há muito ansiava, o coito anal, e, para aumentar a surpresa, tatuou um “B” em cada nádega, resultando num BB extremamente sugestivo…
Naquela noite, segura de que levaria o marido á loucura de tanta satisfação, a mulher disse:
- Preparei uma coisa para ti, amor. Quero que hoje tenhas uma noite de sexo que te leve ás nuvens. Para te aumentar o prazer, resolvi perder a vergonha e ainda inclui uma referência a alguém que sei que te excita…
- Ai sim, querida? Então surpreende-me!
A mulher despe delicadamente a roupa e, num movimento provocante, expõe as nádegas ao marido e pergunta:
- Então, não dizes nada?
Após uma pausa de silêncio, o marido responde num tom agressivo:
- Bob? Mas que raio vem a ser isto? QUEM É O BOB????
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Esta história parva tem pouco significado nos dias que correm. Brigitte Bardot está velha e já não funciona como mote. Mais parvo seria alguém fazer uma canção sobre o facto de BB estar velha. Porque não? Pensou Tom Zé:
De vez em quando aparece alguém a “queixar-se” de que está a ser atropelado pela própria vida. Cada um encara este tipo de situação à sua maneira. Ou não encara.
Uma forma de parar, olhar para si próprio e colocar-se numa perspectiva interessante, quase de espectador da sua própria vida e do mundo à volta. Uma espécie de terapia equivalene ás duas chapadas na cara para acordar, reflectir, e ver que o fechar-se sobre si próprio parece não ser o caminho. Um “fait-divers” psicanalítico? Foi isto que encontrei numa daquelas buscas aleatórias, sem um propósito definido. Apenas porque sim:
Numa entrevista televisiva a um taxista (eu ouvi, sim, vejo as notícias de manhã porque não dá para entrar no SL se não distraía-me e não ia trabalhar para pagar a net para poder ter SL, que ela só serve mesmo para isso e para escrever em blogues parvos como este) sobre os assaltos que sofrera, este responde:
— Foi duas vezes. Uma delas era um miúdo (mesmo miúdo, mas como não me lembro bem da idade não vou dizer porque nem sequer é importante, era miúdo e pronto) com uma pistola. Na outra, foram dois africanos, um português, outro brasileiro.
[Espero que tenham entendido que o relambório sobre as notícias e o pagar a net e o ir trabalhar ali em cima só serviram mesmo para dignificar (ou seja, tornar um bocadinho mais significativo em tamanho) o post que é a minha estreia neste blogue].
(Espero também que, como parvos, tenham percebido a piada).