Velório hoje, Segunda-feira 13 de Outubro, a partir das 16 horas, na igreja das Patameiras em frente ao cemitério de Odivelas.
Funeral sai amanhã, Terça-feira dia 14, às 12.30 da Igreja para o Alto de S. João, onde se dará a cremação.
Vão ser especiais, por várias razões, a começar pela velha razão de “que sabe, sabe, quem não sabe não precisa de saber”.
Assim, no programa das festas e além de carinhos vários estão:
Moche ao puff Azul
Trouxas de Rúcula com Queijo Feta
Esparguete à Bolonhesa com Manjericão e Tomilho
Bolo de Chocolate com Crème Fraiche e Framboesas
(peço antecipadamente desculpa pelos desastres culinários, mas tou a contar com inspiração do outro mundo)
Filme cómico para rir muito (espero eu).
Velório hoje, Segunda-feira 13 de Outubro, a partir das 16 horas, na igreja das Patameiras em frente ao cemitério de Odivelas.
Funeral sai amanhã, Terça-feira dia 14, às 12.30 da Igreja para o Alto de S. João, onde se dará a cremação.
Arquivado como: Parvoeira, Parvos/as — Margarita @ 5:56 pm Editar Isto
Tags: Amaricanices
que o Noé e a Joana têm em comum?
Não, não é a Arc(k)a! É mesmo o espírito iluminado dos americanos. Num livro que estou a ler agora, que analisa os hábitos de leitura desses seres iluminados que são os americanos, dei de caras com uma revelação deveras surpreendente: 12% dos cristãos americanos, em cujos lares existe pelo menos uma Bíblia, acredita que a mulher de Noé (o senhor da Arca, em inglês Ark) era, tão só, Joana de Arc (Joan of Arc).
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Arquivado como: Parvoeira, Parvos/as — Margarita @ 5:02 pm Editar Isto
Novamente mergulhada na vaga dos iogurtes, as minhas incursões pela internet levam-me a sítios inesperados mas, simultaneamente, muito úteis, em especial quando se trata de ter criatividade para criar um sem-número de práticos alts (tipo eu e o M2 ou lá o que é aquela história da Margarita não existir mas ter o nome dela como proprietária de uma ilha que por acaso tem o melhor pôr-do-sol do território portucalense, bem como nascer do sol, se bem que isso agora não vem ao caso a não ser para vos fazer roer de inveja – já agora, também tenho os melhores vizinhos, não desfazendo). Assim, e na esperança de ter encontrado a fórmula mágica para descobrir o nome perfeito para o iogurte perfeito (por acaso são 4 nomes para 4 gamas), dei por mim de olhos postos num tal de http://www.babynames.com/, onde encontrei o nome perfeito para um novo alt: AVATARI, que não tenho dúvidas combinará na perfeição com qualquer um dos apelidos propostos pelos “LoL”. Ao lado encontram mais alguns exemplos da extensa lista (só para a letra A há cerca de 21 páginas). Para as outras letras, terão mesmo que visitar o site e já podem desatar a criar alts à parva.
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Arquivado como:Uncategorized — Margarita @ 6:36 pm Editar Isto
Até porque este post é apenas um comentário alargado/reflexão sobre um post antigo da Elora que “rezava” sobre “O tempo médio de um xixi” e que, durante as minhas férias, me voltou a fazer rir à parva enquanto, fechada numa casa de banho de um restaurante de praia, tive que ir abanando os bracinhos a intervalos regulares para que a bendita da luz voltasse a acender-se durante aquele que quem quer que foi que programou a coisa acha que é o tempo necessário para um xixi normal e que é, efectivamente, muito menor do que aquele que levaram para ler este post até aqui. Para concluir, ou o meu xixi era demasiadamente grande ou o tempo de luz acesa foi determinado pelo senhor Zé, dono do restaurante da praia, que, por ser idoso, deve sofrer de HBP e só deita umas pinguinhas de cada vez.
NOTA: O “B” da sigla acima quer dizer Benigna. O resto, deixem de ser parvos e descubram.
ADENDA: A HBP é um exclusivo dos homens.
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Arquivado como: Uncategorized— Margarita @ 7:28 pm Editar Isto
No meio de tanta coisa parva que tenho visto ultimamente, há um tipo recorrente de parvoíce que me desarma total e diariamente sempre que sobre ele ponho os olhos: a insistente transformação de um verbo no pretérito imperfeito* num verbo pronominal no presente, resultando em afirmações perfeitamente ridículas (do tipo burrice, não parvoíce). Está uma pessoa a ler um texto, um comentário a um post, um excerto de um romance novelesco e depara-se com afirmações como fizes-te, puses-te, disses-te, passas-te e deixas-te, entre tantas outras do género, das quais destaco a que usei no título deste post. Como dizia eu, estamos nós a ler, entusiasmados e, de repente, é-nos colocada uma questão que nos faz parar para reflectir: Falas-te (está bem que falta o ponto de interrogação, mas no tempo em que aprendi isto era uma pergunta).
Se me falo? Mas têm alguma coisa que ver com isso (a questão do “a haver” virá mais tarde, porque agora as pessoas insistem em passar a vida a falar da vida como se de contabilidade se tratasse)? Mas está tudo parvo ou quê? Agora devem ter a mania de que, por saberem juntar umas letrinhas e mandar uns bitaites, podem desatar a fazer perguntas indiscretas e subreptícias a torto e a direito. Bem, pensando melhor, é mais a torto, porque esta gaita não faz sentido nenhum.
Eu entendo que o Clube dos Parvos é um grupo giro, é um orgulho pertencer-lhe, mas também não é qualquer um que pode entrar assim de qualquer maneira. Ainda por cima com parvoíces tão burras como estas. Por isso, vejam lá se atinam e aprendem a ser parvos a sério. Tipo eu. E os outros que já lá estão.
*Ofland, não desanimes, eu não tive que ir ao dicionário, mas “googlei” gramática portuguesa e lá me desenrasquei com os nomes das coisas.
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Arquivado como: Uncategorized — Margarita @ 7:28 pm Editar Isto
Volto da minha incursão pela “província” recheadinha de ideias. Parte da culpa deve-se ao iluminadíssimo autor (disseram-me depois da agradável surpresa que era o ilustre Quim Barreiros) da canção que acolheu a minha chegada aos festejos do feriado municipal de Aljezur com as seguintes palavras, devidamente acompanhadas pelo som do acordeão:
“Gosto muito de mamar/nas mamas da cabritinha/Mamo à hora que eu quero/Porque a cabrita é minha”.
Só não percebi o que o senhor fazia ali a tocar acordeão e a cantar, quando podia estar muito melhor a fazer aquilo de que mais gosta.
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Arquivado como: Parvoeira — Margarita @ 6:06 pm Editar Isto
Estou babada. Acabei de descobrir que há um gajo, no meio dos gajos todos, que finalmente me dá o valor que mereço. Para que saibam, eu sou “a senhora da carne boa”. Assim é que é! Vou de férias mais feliz. Ainda há gajos inteligentes, e só vos digo que este tem futuro. Tomem lá, seus parvos. Até para a semana.
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Arquivado como: Uncategorized — Margarita @ 7:50 pm Editar Isto
Será verdadeiramente de parvo perguntar se o Japão tem mar ou será apenas ignorância parva? Ou, ainda, burrice, dado que a criatura é “muito” viajada e já tinha mais de 25 anos quando fez a pergunta?
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Arquivado como: Uncategorized — Margarita @ 8:16 am Editar Isto
Ainda ontem me chamaram “santa”, e para provar que o sou, garanto que da próxima vez que me disserem “Estás toda suja” quando eu tenho uma nódoa mínima na blusa (era pêssego, não inventem), respondo com um elogio, em nome do civismo, e das boas relações humanas, “E tu estás toda parva. Mas isso não dá para lavar”.
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Arquivado como: Parvoeira, Parvos/as — Margarita @ 9:18 pm Editar Isto
Numa entrevista televisiva a um taxista (eu ouvi, sim, vejo as notícias de manhã porque não dá para entrar no SL se não distraía-me e não ia trabalhar para pagar a net para poder ter SL, que ela só serve mesmo para isso e para escrever em blogues parvos como este) sobre os assaltos que sofrera, este responde:
— Foi duas vezes. Uma delas era um miúdo (mesmo miúdo, mas como não me lembro bem da idade não vou dizer porque nem sequer é importante, era miúdo e pronto) com uma pistola. Na outra, foram dois africanos, um português, outro brasileiro.
[Espero que tenham entendido que o relambório sobre as notícias e o pagar a net e o ir trabalhar ali em cima só serviram mesmo para dignificar (ou seja, tornar um bocadinho mais significativo em tamanho) o post que é a minha estreia neste blogue].
(Espero também que, como parvos, tenham percebido a piada).
Percebemos sim, Margarita! E continua, onde quer que estejas, com tudo aquilo que cá se chamam defeitos. Pode ser que esses defeitos sejam, agora e finalmente, virtudes!
Beijinhos da Phoebis, do Ofland e daquele que um dia te chamou “A Senhora da Carne Boa”.
Sentimentos à família.
É lindo! E sexy! E um bocadinho… parvo.
Ou então usem a animação que se encontra no arquivo dos notices do grupo e façam vocês mesmos.
A cadela da vizinha conversa com outro desgraçado. Fiz mal em não comido ontem o Igor da Lizie que estava ali… mesmo à minha mão. Mas agora já não sei se podemos desnudar a Ofélia como era a minha intenção inicial.
Mas a estória é outra. Esta tarde para acabar a semana…numa bemzoca… fui ao Holmes!Uma semana nas lonas..e saber que uma gaija “boa” segundo as informações…está internada no hospital com um AVC… com 30 anitos! Dizem os que sabem… por causa do stress. Caracinhas como diz a minha Milady…c’um caneco! A gente aqui tb sofre bué de stress…e não quer bater a bota aos 30 anos!
Já nem sabia onde estava o cartão….no meio daquele do Modelo ou do Minipreço que são os restaurantes mais finos que tenho frequentado ultimamente…quando a Joana da recepcção ( linda miúda que nunca…nunca mesmo desprezei)…fokinhas desculpa…não faz mal….eu sei quem é! Ganda malha… aquela Joana! (ali mesmo em frente..embasbacadas… duas tiazonas… que mandaram ímediatamente…logo aquele olhar!).
E assim fui directamente para o jaccuzzi porque era tarde e tinha que…
Já não me lembrando bem do código do cadeado….seriam os anos de casado…arroz com diz a Elora! Arroz! Já não me lembro dessa:..arroz! Tou louco com esse arroz…que toda a gente sabe que sai directamente da nicotina para a boca. Arroz outra vez. Arroz de Tamboril. E lembrei-me imediatamente do dia do casamento! Era a chave!
Fui assim que pensei logo a pensar no jantar. Nem subi para dizer olá às maquinas ..dirigi-me directamente para a grande sessão mixta de sauna e jaccuzzi que me dão fama à pele e eis que não quando… me cruzo com…a Fati! Olá pois claro..tás muito gira…muito bem…sim..a camisola verde é lindíssima…e sim claro… esta campanha da Inform é importante…claro…nem te via a vender a carinha a não ser por uma causa de cidadania… e sabes que apesar de não ser da Multiclinic…lembro-me sempre da tua boca… e daquela toalha pelpuda.
(à suivre…)
OF.:-A cena dos cachuchos nos dedos…é tua! ( eu depois peço à Maggie para corrigir o meu pretuguês…)