Clube dos Parvos

Dezembro 31, 2008

Valores

Arquivado em: Uncategorized — Ofland @ 9:50 am

Há Valores na Vida que defendo incondicionalmente. O Civismo, a Honestidade, o Bom-senso e a Gratidão são alguns exemplos que me orgulho de tentar “usar” no meu dia-a-dia.

Estamos na altura de pedir um desejo. Estou no local adequado para pedir um que, por ser utópico, acaba por ser parvo.

Quero que 2009 seja o ano em que uma entidade superior criará uma Bolsa de Valores da Vida. Haverá um índice, a que vou chamar QSI20, que dará uma noção clara da cotação das acções de Valores de Vida em geral.

A toda a gente será implantado na testa um pequeno monitor que indica, sem possibilidade de falsificações ou especulações, o património de Valores de Vida que a pessoa detém no momento. Ao olhar para uma pessoa, a menos que esta tente tapar com franja ou aba de chapéu (haverá quem tente tapar o seu monitor a todo o custo), saber-se-á imediatamente se essa pessoa é rica ou pobre em Valores de Vida. 

Ninguém comprará ou venderá Valores de Vida. Poderão ser transferidos entre pessoas. Quem tem muitos Titulos (ganhos pelas suas acções ou oferecidos por outrém) pode, por sua vez, dá-los a quem quiser. Eles transferem-se assim que a pessoa consiga fazer com que a outra tenha um comportamento digno de os receber. As trocas de favores não surtirão grande efeito, uma vez que, quem entrar por aí será intrinsecamente pobre em Valores de Vida e não poderá “pagar” o favor. Excluem-se favores “genuínos”, como os que entram no campo da Generosidade.

Uma forma parva, porque utópica, de acabar com a Hipocrisía, Ganância, Chico-Esperteza, Opressão e outros Não-Valores de Vida que nos atrapalham a harmonia e convivência saudáveis.

Em geral, se este sistema já existisse, penso que a Bolsa de Valores de Vida estaria em crash neste momento.

Em particular, eu não sei se teria um património assim tão vasto. Se calhar, ao olhar para a testa dos outros, poderia avaliar-me melhor e aperceber-me muito mais facilmente dos meus defeitos. E tentar corrigi-los. Se a consequência fosse esta, não me importava nada de passar a ter um monitor na testa. Acho que um LCD de 1,5” chegava.

É com esta espécie de parvoíce que me despeço de 2008.

Um Bom 2009 para todos.

Dezembro 29, 2008

Aniversário Mor

Arquivado em: Uncategorized — Elora @ 10:06 pm

Dizem as más línguas que há aí um parvalhão que faz anos. Dizem as más línguas, que há um grupo de parvos cheios de saudades. Dizem as más línguas que quando ele aparecer nos vingaremos todos.

ofland

 

Parabéns Parvo!!!

Dezembro 28, 2008

Ofos Moles

Arquivado em: Estúpido, mesmo, Parvo-mor — Elora @ 5:28 pm

 

É como se chamam aos Ofos de Aveiro. E são docinhos.

Tenho saudades de Ofos Moles.

Dezembro 18, 2008

Fitas de Natal

Arquivado em: Uncategorized — Elora @ 9:39 am

As fitas desta Sexta-feira são de tal forma importantes que merecem dois posts e um notice logo à noite, se eu me lembrar disso. Serve este para recapitular quem vai, quais são as regras e o que falta. Nunca é demais lembrar que para ir às fitas nãon é preciso convite, basta apenas informar a anfitriã que vão e pedir a morada. Amanhã será então assim:

Horário:

Vou estar em casa a partir das 15.30, a preparar “cenas” portanto apareçam.

Filme:

It’s a Wonderfull Life, enviado de Inglaterra pela Katie (thx dear!)

Parvos e comes:

Elora – Pavlova de Chocolate, rabanadas

Blue – Pudim

Winter

Mermaid – Azevias e Bolo-rei

Aggio – Christmas Crackers

Freddyx

Artemisa – Sonhos e filhoses

Cardoso

Fokas

Poulana – Bacalhau espiritual

Mami

Magic

Mafalda – Eggnog

Sonya

Imso

Johny

Lance

Apêndices:

Dois da El e dois do Imso.

Dúvidas:

- Trará a Poulana apêndice?

- Sugestões para entradas?

- Alguém traz bebidas?

- Faltam broas e figos com nozes.

- Porque é que filhoses não se escreve com z?

Vou agora repetir as regras da cena-dos-presentes-difíceis-de inventar, com uma importante alteração: A Maffy lembrou-se de que há gente que chega ao mesmo tempo e que até sabe o que os outros trazem. Desta forma a regra da atribuição dos presentes (a bold) muda:

- Cada parvo trará um embrulho que deverá conter um presente de Natal

- O presente deverá ser imaginativo e espectacular

- O presente deverá ter um custo inferior a 5€.

- O presente deverá ser utilizável por seres humanos de ambos os sexos e maiores de idade.

- O presente não pode conter chocolates e seus derivados (ou julgavam que arrumavam a coisa com uma caixa de bombons?).

- O presente poderá ser obra do parvo que o trouxer desde que este não o tenha feito na casa de banho.

- O presente poderá ser Humano, desde que não haja escravatura envolvida e aceitam-se órgãos vitais em sentido figurado ou não vitais desde que sobresselentes.

- As crianças não serão incluídas na troca de presentes em qualquer sentido, não podendo dar receber ou ser presentes.

- Os presentes serão identificados à chegada com um número (identificação a cargo do Porteiro, sendo de seguida colocados debaixo da árvore de Natal (esta parte tem a ver com tradição e simbolismo e mariquices).

- Cada parvo irá retirar um número de um chapéu, que corresponderá ao presente que lhe foi atribuído, devendo depois procurá-lo debaixo da árvore. Se lhe sair o próprio presente recolocará o número no chapéu e retirará novo número. Os presentes só poderão ser abertos depois de todos terem os seus para se poder trocar presentes por abrir caso seja necessário.

- Os presentes terão de ser abertos na presença de todos e utilizados, se for caso disso (atenção às ofertas de massajadores faciais), após o jantar e antes do filme.

- Caso falte algum presente a culpa será do mordomo.

Dezembro 12, 2008

Adivinha

Arquivado em: Uncategorized — Elora @ 12:45 pm

O que é que é usado pela NASA, os NIH (National Institutes of Health) e a Equipa Olímpica dos Estados Unidos?

A resposta é algo de extremamente parvo, como podem verificar em www.parvo.com. Agora digam lá, que raio de ideia foi esta de chamar Parvo a uma empresa?

Dezembro 9, 2008

Sexta sem Fitas

Arquivado em: Dezembro, Fitas, À Parva — Elora @ 10:45 am

Sexta-feira que vem não haverá fitas. Muitos parvos vão estar em iniciativas RL que os impedem de estar presentes, outros estão cheio de trabalho e há mesmo um parvo que está ainda refugiado em Londres, qual Vale e Azevedo. Para além disso aqui a parvalhona vai ter uma semana complicadota, com avaliações e reuniões parvíssimas que perspectivam um estado mais estoirado do que o habitual no final da semana.

Assim, para compensar, na próxima semana as fitas voltarão com vingança, planos de requintada malvadez e mimos acima do habitual. Falo, claro, das famosas fitas de Natal.

fitas2

Assim pretende-se bacalhau (cozido não… estava numa de espiritual ou com broa – aceitam-se receitas e ideias), doces de Natal, sonhos, rabanadas e afins, figos com nozes e outras cenas.

Por mim e na tradição de aproveitar o que é bom de cada cultura, aceitam-se influências estranjas de sabores e cheiros sejam elas de Natal, Ramadão ou Hannukkah. Estava aqui a pensar que nunca provei Eggnog…

Porque ganhei mais afectos do que dinheiro este ano e já percebi que não vou conseguir desatar a dar presentes como gostaria, proponho para estas fitas uma troca de presentes daquelas clássicas de escritório, com as seguintes regras (adoro impor regras):

- Cada parvo trará um embrulho que deverá conter um presente de Natal

- O presente deverá ser imaginativo e espectacular

- O presente deverá ter um custo inferior a 5€.

- O presente deverá ser utilizável por seres humanos de ambos os sexos e maiores de idade.

- O presente não pode conter chocolates e seus derivados (ou julgavam que arrumavam a coisa com uma caixa de bombons?).

- O presente poderá ser obra do parvo que o trouxer desde que este não o tenha feito na casa de banho.

- O presente poderá ser Humano, desde que não haja escravatura envolvida e aceitam-se órgãos vitais em sentido figurado ou não vitais desde que sobresselentes.

- As crianças não serão incluídas na troca de presentes em qualquer sentido, não podendo dar receber ou ser presentes.

- Os presentes serão identificados à chegada com o nome da pessoa que o irá receber, sendo de seguida colocados debaixo da árvore de Natal (esta parte tem a ver com tradição e simbolismo e mariquices).

- Cada parvo irá presentear a pessoa que chegou imediatamente antes dele e será presenteado por quem chegar a seguir. Assim a anfitriã irá ser presenteada pelo primeiro parvo a chegar e presenteará o último. Em caso de chegadas simultâneas será considerada a ordem de entrada em casa, ficando a cargo do porteiro esta verificação.

- Os presentes serão abertos após o jantar e antes do filme.

Ora agora é a altura em que me podem mandar passear, dizer que estou a sonhar com ladrões e que não estão dispostos a isso. Ou então alinhar e sujeitar-se a tamanha piroseira.

A Fita será obviamente um filme de Natal para o qual se aceitam desde já sugestões, sendo que “O Amor Acontece” já foi visionado pelo que estará à partida excluído, bem como “O Estranho Mundo de Jack”. As sugestões serão sujeitas a votação em ceninha colocada aqui neste Blog na próxima sexta-feira, por isso despachem-se.

Pronto, agora já todos sabem que adoro o Natal e que pretendo melgar-vos a todos. Quero agradecer desde já a todos os que me acompanharem em mais um devaneio, à Poulana pela inspiração e à Maggie pela receita da Pavlova de Chocolate que pretendo fazer.

Agora apetece-me dizer que vos amo, mas isso seria muito parvo…Por outro lado…

Dezembro 8, 2008

Água

Arquivado em: Uncategorized — Ofland @ 6:31 pm

O seu amor era como duas pedras de gelo, cada uma na mão de cada um deles.

O frio provocava-lhes frieiras e dores, gangrenas e feridas que não saravam.

Havia um terceiro amor, em forma de nuvem ténue e inocente que lhes borrifava as mãos com água tépida e lhes aliviava temporariamente o sofrimento.

O gelo dela derrreteu na mão dele e a água escorreu-lhe por entre os dedos, caindo no solo e infiltrando-se rapidamente. Apesar do alívio momentâneo, ele escavou desesperadamente o solo à procura da água do amor dela, mas só encontrou terra seca.

Ao mesmo tempo, o gelo dele permanecia sólido mas igualmente frio e ela teve de o deixar cair da sua mão. A pedra partiu-se em bocados que continuaram ali, gelados de amor, à espera de serem apanhados.

A pequena nuvem chovia desesperadamente, tentando molhar o solo seco de amor dela e derreter os pedaços de gelo de amor dele, numa última tentativa de fusão conjunta numa só poça coesa e feliz.

O solo não molhou. E ele nunca mais a encontrou.

Os pedaços de gelo não derreteram. E ela não quis mais apanhá-los.

Gostaria que a pequena nuvem, quando crescesse, continuasse a molhar com água tépida quem gostasse de ser molhado de amor.

Gostaria que a pequena nuvem não sofresse e nunca viesse a carregar-se de granizo…

Dezembro 2, 2008

Fitas de Dezembro

Arquivado em: Dezembro, Fitas — Elora @ 1:12 pm
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As primeiras. Apetece-me algo de quentinho e doce.

Entrada – continua a ser um problema. Ideias? Art, quando voltas?

Prato – Jardineira… ou goulash? Alguém sabe fazer goulash?

Sobremesa – mousse de nozes com suspiros, tenho uns quantos de reserva.

Filme – Apetecia-me ver o Dogma, Alguém tem?

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